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Empresa russa busca usar nova tecnologia para explorar urânio no Brasil
Resumo:CNN Talks: Nova Era da Mineração é realizado nesta terça-feira (30), em São Paulo, reunindo autoridades, especialistas e lideranças do setor
CNN Talks: Nova Era da Mineração é realizado nesta terça-feira (30), em São Paulo, reunindo autoridades, especialistas e lideranças do setor
Se a legislação brasileira permitir, a empresa estatal russa Rosatom mira trabalhar com urânio no país, disse Ivan Dybov, CEO da companhia, durante o CNN Talks: Nova Era da Mineração, realizado nesta terça-feira (30), em São Paulo, reunindo autoridades, especialistas e lideranças do setor.
Dybov ainda ressaltou à CNN Brasilque a empresa de introduzir novas tecnologias de exploração de urânio no país.
Em abril, a NBEPar (Núcleo Brasil Energia Participações), holding do grupo Diamante no setor nuclear, e a Uranium One Group JSC, subsidiária da Rosatom, firmaram acordo para a criação da joint venture Nadina Minerals.
A nova empresa terá como foco o desenvolvimento de projetos de exploração de minerais críticos e estratégicos no Brasil, em um movimento alinhado à crescente demanda global por insumos essenciais à transição energética.
Dybov afirma ter “grande expectativa” com a parceria, e espera o desenvolvimento da legislação para aprofundar o regramento de parcerias entre empresas estatais estrangeiras e privadas no país.
Segundo o executivo, a tecnologia da empresa permite que, ao minerar o urânio, não seja necessário destruir grandes volumes de terrenos ou árvores, sendo um processo mais “amigável para o ambiente e mais barato”.
O CNN Talks: Nova Era da Mineraçãoreúne autoridades, empresários, especialistas e representantes do setor mineral para discutir os caminhos da mineração brasileira em uma nova fase de disputa global por minerais críticos, transição energética e segurança das cadeias de suprimento.
O encontro ocorre em um momento em que o Brasil tenta transformar sua vantagem geológica em protagonismo econômico, industrial e diplomático, com debates sobre financiamento, licenciamento ambiental, inovação, sustentabilidade, rastreabilidade, agregação de valor e maior participação do país nas etapas mais nobres da cadeia mineral.
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